domingo, 6 de maio de 2012

É possível que “pessoas boas” acabem no inferno?

Sua pergunta: “Como Deus pode permitir que pessoas legais vão para o inferno e pessoas más vão para o céu?”

Nossa resposta: Todos nós conhecemos pessoas que valorizamos, que parecem genuinamente boas, pessoas bondosas. Mas a Bíblia deixa claro que até estas pessoas pecaram e falharam em alcançar os padrões perfeitos de Deus.
“Não há um só justo na terra, ninguém que pratique o bem e nunca peque” (Eclesiastes 7:20).
“Todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Romanos 3:23).
Deus vê integralmente o coração da pessoa, vê todas as suas ações, e conhece todas as suas palavras e pensamentos. Deus tem muito mais informação para usar ao julgar alguém que nos mesmos. É com este conhecimento pleno que Ele pode nos julgar justamente. A Bíblia diz que “Deus não vê como o homem; o homem vê com a aparência, mas o Senhor vê com o coração” (1 Samuel 16:7).

Então como isso afeta a pergunta sobre o céu e o inferno?

Coloca todo mundo na mesma condição. As pessoas boas (as que nós pensamos ser boas) estão na mesma posição que as pessoas más (as que nós pensamos ser más), porque, na realidade, da perspectiva de Deus, ninguém segue seus mandamentos perfeitamente, seus caminhos. Há em todos nós aquele impulso interior que diz: “eu não em importo, eu farei isso de todo jeito”.

Na verdade, a Bíblia diz que “todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos; cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho” (Isaías 53:6). Em escalas variadas, todos nós abandonamos Deus e seguimos nosso próprio caminho, para longe dele.
O antídoto então é nos voltarmos para Deus. A Bíblia chama isso de “arrependimento”. Quando uma pessoa verdadeiramente se volta para Deus, não há nenhum pecado que seja grande demais para que não seja por Ele perdoado. Deus providenciou uma maneira para termos perdão de pecados na morte de Jesus Cristo na cruz, e oferece seu perdão e vida eterna a qualquer um que creia em Jesus. O céu é um dom gratuito oferecido a qualquer um que peça o perdão de Deus (Sua graça) e convide Jesus a entrar em sua vida. Aqui está como a Bíblia descreve alguém que se volta para Deus:
“Vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência. Anteriormente, todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros, éramos por natureza merecedores da ira. Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões – pela graça vocês são salvos. Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para mostrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demonstrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie”. (Efésios 2: 1-9)
Por toda a Bíblia, Deus deixa claro que nós ganhamos o céu, não por nossas “boas obras” ou “boa vida”, mas porque Deus a oferece a todos como um presente. Ao invés de fingir que todos somos pessoas boas, ele nos pede que admitamos que pecamos contra ele.
Nós podemos focalizar na vida após a morte, mas e a nossa vida agora mesmo? Nós podemos interagir com Deus e sermos guiados por ele agora mesmo, e experimentar a vida que ele nos criou para ter, não há nenhum relacionamento na terra tão completo e importante como o relacionamento com Deus. Se você quer isso após a morte, tem de começar agora.

E depois?

(revisado por Natália Póvoas)
Hoje você está na faculdade, tem entre 18 e 24 anos. Mas, e amanhã?
Você se forma. Arruma um emprego. Casa-se. Tem filhos. Procura mais alguns empregos. Compra uma casa. OK! Mas, E DEPOIS?
Você vai jogar futebol com seus filhos. Tenta ser um bom pai e um bom cônjuge. Você vê seus filhos indo ao baile de formatura do segundo grau, mesmo parecendo que ainda ontem eles usavam fraldas. Você faz e diz as mesmas coisas que seus pais fizeram e disseram, mesmo tendo jurado que jamais agiria como eles.
Você já passou pela crise da meia idade duas vezes. Seus filhos se formam na faculdade. Você ganha netinhos. Alguém te chama de vovó ou vovô. Você vive a sua vida descansando, extraindo o rendimento do fundo de aposentadoria. Você caminha de manhã. Trabalha no jardim. Lê o jornal. Assiste a TV. Fala ao telefone com seus filhos e netos. Viaja.
OK! Mas, E DEPOIS?
Bem, aí um dia você morre. Se você tiver sorte, terá uma vida relativamente longa. De setenta a noventa anos, se não morrer prematuramente de câncer ou acidente de carro. Mas, de qualquer forma, é inevitável que você morra um dia. A morte é o amanhã que nos espera, e ninguém está isento disso.
Mas será que é só isso? Não há nada além disso?
Algum dia você será só um cadáver. Eles irão enterrar seu corpo na terra ou queimarão seu corpo e colocarão suas cinzas numa urna. A grande questão é: “Vou desaparecer depois disso? Ainda haverá uma essência de MIM em algum lugar? Existe mesmo vida após a morte?”.
No fundo, todos nós esperamos que haja algo após a morte. Talvez bem no fundo da nossa mente estejamos planejando alguma coisa para esse “futuro eterno”.
Que tipos de planos? Algum tipo de vida depois da morte. Alguns chamam de paraíso. Outros chamam de céu. Alguns também falam sobre inferno.
Outro pensamento que muitas pessoas cultivam ao longo da vida, geralmente em seu subconsciente, é: “Eu sou uma boa pessoa, então devo ir para o céu algum dia”.
Será que é assim mesmo que funciona?
Muitas pessoas se acham “boas o suficiente” para o céu. Isso é uma suposição que fazemos. Se não roubamos um banco, ou não matamos alguém, ou não sonegamos impostos, achamos que somos justamente o tipo de pessoa que Deus está procurando para povoar o seu Lar. Para nós, somos bons o suficiente. Na bilheteria do céu, compramos nossos ingressos somente por sermos boas pessoas ao longo de toda a nossa vida.
Mas e se esse pensamento estiver errado? E aí? Que problemão teremos se estivermos errados sobre isso! Que fora!
Se você se acha suficientemente bom para o céu, existem duas considerações a fazer:
1. Se o céu é um lugar de perfeição, como pode alguém ser bom o suficiente?
A maioria de nós diria que tem um “esqueleto no armário”. Pelo menos um. Alguma coisa que esperamos que ninguém nunca descubra a nosso respeito. Um erro no nosso passado. Uma decisão infeliz. Um momento de fraqueza ou de estupidez que não gostamos nem de lembrar.
Esse é o extremo. Mas há uma série de outras coisas comuns que não gostaríamos que fosse descoberta. Podem ser as mentirinhas “inofensivas” que contamos. Ou as coisas que falamos pelas costas dos outros. Ou como copiamos o dever de casa de alguém. Ou as palavras torpes que dizemos às pessoas. Ou os pensamentos maus que temos sobre alguém.
Muito mais do que um evento lamentável, sabemos que, se examinarmos minuciosamente a nossa vida, encontraremos uma enorme sucessão de erros. Geralmente não fazemos o que acreditamos ser certo. E constantemente fazemos o que consideramos errado.
Todos nós, até mesmo as pessoas que podem ser consideradas basicamente boas, somos basicamente egoístas e muito imperfeitos.
Tudo o que fazemos é visto por Deus. Então, isso quer dizer que não podemos enganá-lo. Ele está perfeitamente ciente de todo bem que não fizemos (e que poderíamos ter feito) assim como de todo mal que fizemos. Ele também sabe todos os nossos pensamentos e razões.
Aqui está a segunda coisa para considerarmos se realmente acreditamos que somos bons o suficiente para merecer o céu:
2. É possível ser uma pessoa basicamente boa e ainda assim rejeitar Deus?
Imagine um homem chamado Raul. Ele é uma “boa” pessoa. Era ético em seu trabalho. Nunca roubou nem um grampo de ninguém. Ele era um marido e um pai fiel. Era cuidadoso com seus filhos. Fez sacrifícios por eles e por sua esposa (alguém a quem ele nunca enganou). Ele até contribuiu para algumas obras de caridade ao longo da vida.
Mas Raul, apesar de ser bom em alguns aspectos, nunca deixou Deus entrar em sua vida. Muitas vezes, Raul sentiu o desejo que Deus tinha de fazer parte da vida dele. Era como se Deus estivesse batendo à porta de seu coração. Mas ele nunca abriu a porta e sempre inventou desculpas para não abrir. Ironicamente, uma das desculpas mais usadas era: eu tenho sido uma boa pessoa, e eu irei para o céu”.
Raul queria ir para o céu. Todos querem. Mas, na realidade, Raul não queria conhecer Deus. E ele nunca parou para analisar as graves conseqüências daquela decisão (a decisão de manter Deus fora da sua vida).
Pare e pense. O céu é o Lar de Deus. Se Raul não quis conhecer Deus durante toda a sua vida na Terra, porque gostaria de conhecer Deus depois da morte? Em outras palavras, o que Raul não calculava era o quanto ele REPUGNAVA o céu.
O céu é um lugar onde Deus sempre está presente. É como se cada cantinho refletisse a face de Deus, constantemente. Que lugar horrível para Raul!
Raul sempre pensou que o céu fosse um lugar de extremo conforto, mas nunca parou para pensar como seria desconfortável para ele, no final das contas, já que ele não quis conhecer nem desenvolver um relacionamento com Deus. Para Raul, o céu não seria céu, mas sim um tipo de inferno.
Você deixaria alguém que nunca quis saber de você entrar em sua casa, mesmo sabendo que tudo naquele ambiente faz parte de você?
Muitas pessoas são como Raul. Elas querem o céu, mas não querem a Deus. E não percebem que assim, sob essas circunstâncias, o céu seria um péssimo lugar para estar.
Talvez a verdade dos fatos seja que o céu é para aqueles que sabem que não são bons o suficiente para estar lá, mas que, apesar de tudo, querem estar lá somente porque é lá que Deus está. Eles querem conhecer a Deus e ficar com Ele para sempre. A recompensa da vida após a morte não é o céu, mas especialmente seu Anfitrião.
Você quer conhecer Deus? Quer saber como se tornar “bom o suficiente” para merecer o céu? Veja: “Conectando-se”.

O que a Bíblia diz sobre reencarnação?

 

(revisado por Natália Póvoas)

Sua pergunta: “A Bíblia fala sobre reencarnação em algum lugar? Como podemos saber se esta é nossa única vida?”
Nossa resposta: A Bíblia nunca menciona reencarnação, mas na verdade prova o contrário…
“E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo.” (Hebreus 9:27)
Se a Bíblia está certa, então porque Deus não permite a reencarnação? Considere que a idéia de reencarnação talvez falhe na sua essência. Reencarnação é a teoria que com vidas suficientes, uma pessoa pode de alguma forma finalmente se acertar e dessa forma ser aceita no paraíso/nirvana. Muitas pessoas pensam que elas já são boas o suficiente — até mesmo — para o céu. (Elas nunca roubaram um banco ou mataram ninguém). Com a reencarnação, a idéia é bem parecida. A única diferença é que isso sugere que você será bom o suficiente…eventualmente.
Mas por que isso é uma idéia falha? Porque isso não leva em conta a iniqüidade humana. A Bíblia fala que o coração humano é a coisa mais enganadora que possa existir (Jeremias 17:9). Isso é bem ruim. E fica ainda pior. A Bíblia ainda diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3:23), que todos se afastaram de Deus e cada um se desviou pelo se caminho (Isaias 53:6), não há homem justo sobre a terra que faça o bem (Salmos 53:3), e nunca peque (Eclesiastes 7:20).
Então, qual a vantagem de retornar a Terra em um corpo diferente? O grau de mudança não seria suficiente para fazer uma diferença. Você vive sua primeira vida como um pecador que se afastou de Deus, depois você retorna como uma pessoa diferente que apesar de tudo é um pecador que se afastou de Deus. Esse ciclo eterno não traria nenhum beneficio a ninguém.
Desde que somos pecadores, nós precisamos de perdão. Desde que todos nós nos afastamos de Deus, nós precisamos retornar a Ele (arrependimento). Essa é a perseverante mensagem da Bíblia.
Deus nos diz que devemos retornar a Ele com o intuito de sermos perdoados e buscá-Lo a fim de conhecê-Lo melhor. Se nós fizermos isso, então o céu começa nessa vida e pode meramente continuar na próxima vida. Para adorá-Lo — não um lugar diferente para viver — o céu é feito justamente para isso.
Mesmo que a Bíblia rebata reencarnação, ela fala sobre ressurreição de todas as pessoas…
“É chegada a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão; os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.” (João 5:28-29)

Aqui está mais um trecho das Escrituras a respeito desse Julgamento…

E vi um grande trono branco e o que estava assentado sobre ele…E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e abriram-se os livros… e foram julgados, cada um segundo as suas obras… E todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo. (Apocalipse 20:11-15)

Quer saber como ter seu nome gravado no livro da vida? Sinceramente peça a Deus agora por Seu perdão. Jesus morreu pelos nossos pecados para que você possa ser perdoado. Mas receber o perdão de Deus implica em se voltar para Ele em sinceridade e com um comprometimento de sua vida

Reencarnação, karma e vida após e morte

As pessoas sempre se perguntaram o que há – se é que há alguma coisa – além do túmulo. Será a morte o fim da existência, uma entrada para a eternidade ou um estágio intermediário entre as vidas terrestres? Alguns ensinam que a alma reencarna em diferentes corpos e aproximadamente 25% dos americanos acreditam nisso. Por que tantas pessoas acreditam em reencarnação?
(por Douglas Groothuis, Ph.D., revisado por Natália Póvoas)

Reencarnação e Karma
A reencarnação oferece esperanças a muitas pessoas. Se nós não acertarmos nesta vida, teremos outra chance na próxima. Todavia, até mesmo os que acreditam em reencarnação, admitem que uma vasta maioria da humanidade não se lembra de suas vidas passadas. Como podemos aprender com os nossos erros do passado se não podemos lembrar deles? Parece que estamos sempre cometendo os mesmos erros, de novo e de novo. De acordo com as taxas de fracassos morais na história humana, temos alguma razão para ter esperanças de que acertaremos numa vida futura?
A teoria da reencarnação também afirma garantir justiça. De acordo com a lei do Karma (uma inflexível e impessoal regra do Universo), recebemos o que merecemos em cada vida. Nossas boas e más ações produzem bons ou maus resultados vida após vida. Com o Karma, não há supostamente nenhum sofrimento injusto, porque ninguém é inocente. Todo sofrimento é merecido, baseado no Karma ruim. O bebê que nasce sem as pernas merece isso, assim como a mulher que foi estuprada também fez por merecer. Nós todos carregamos nosso Karma para cada vida. Não há graça, nem perdão, nem misericórdia. Isso não somente é uma má notícia para aqueles que estão sobrecarregados e abatidos com o peso de sua consciência, como também entra em conflito com nosso senso moral de que alguns sofrimentos são injustos e merecem nossa piedade e ações para que possam ser aliviados.

As Limitações da Reencarnação
Será que a teoria da reencarnação pode mesmo oferecer esperança e senso de justiça a este mundo turbulento? E que tipo de conforto ela oferece no que diz respeito ao perturbante problema da morte? A lei do Karma é impiedosa. Todavia, a mensagem de Jesus Cristo é diferente. Jesus não negou que há sofrimentos injustos. Ele ofereceu perdão para aqueles que os causam e conforto para aqueles que os experimentam.
Jesus ensinou que ninguém pode obedecer completamente as leis morais. O coração humano é impuro, instiga atitudes muito erradas e age de maneira que ofende um Deus absolutamente bom e amoroso. Jesus disse que Ele nos oferece perdão como nosso Salvador, pagando Ele mesmo pelos nossos pecados contra Deus. Jesus falou que as pessoas recebem sua recompensa ou sua punição eterna de acordo com a escolha que fizeram a favor ou contra Deus em sua ÚNICA vida na Terra (Mateus 25:31-46; veja também Hebreus 9:27). Jesus explicou que Ele veio ao mundo para “buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10). Ele disse: “Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por “muitos” (Marcos 10:45)”.
Jesus nos mostrou seu amor complacente mesmo quando estava sendo executado na cruz. Um ladrão que estava na cruz ao lado de Jesus confessou seus pecados e pediu a Jesus que se lembrasse dele. Jesus respondeu: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso” (Lucas 23:43). Para ter direito ao paraíso, somente é exigido que tenhamos fé em Jesus, não um trabalho árduo, vida após vida, tentando se livrar do mau Karma, e tentando promover o bom Karma. Como Jesus mesmo anunciou: “Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Isso, realmente, é uma boa notícia – para esta vida e além dela.
Para pesquisar mais um pouco sobre a vida e os ensinamentos de Jesus, leia o livro chamado “Mateus” no Novo Testamento, ou verifique o artigo “Mais que uma fé cega”. Para ver mais sobre o assunto reencarnação cheque a seção Perguntas e Respostas.

Douglas Groothuis, Ph.D. ensina Filosofia no Seminário de Denver e é o autor de “Jesus na Era da Controvérsia” (Jesus in an Age of Controversy).

sábado, 5 de maio de 2012

SANSÃO: pensava que podia fazer o que bem entendia de sua vida

Juízes 13.24

INTRODUÇÃO

Você viu alguém ou você mesmo já se sentiu que tinha tudo para dar certo, mas muitas coisas saíram dos trilhos e acabou dando tudo errado?

Estamos diante da história de um homem que teve um excelente começo, pois foi destinado a ser um grande homem com uma missão especial de libertador de seu povo, mas uma jornada de vida turbulenta e um fim triste. Estamos falando de Sansão.

Os principais fatos da vida de Sansão:

1 - Nasceu de forma miraculosa (Jz 13.2)

2 - Foi consagrado ao Senhor como um nazireu (13.5)

3 - Apaixonou-se por uma filistéia (14.2)

4 - Despedaçou um leão com as própria mãos (14.6)

5 - Tirou mel, comeu e deu aos seus pais da carcaça apodrecida do leão que matara (14.8,9)

6 - Casou-se com a filistéia por quem se apaixonara, mas não consumou o casamento (14.20)

7 - Na festa de casamento arrumou encrenca ao propor um enigma que só ele sabia a resposta. A esposa arrancou a resposta porque foi ameaçada de morte (14.14,15,17).

8 - Por vingança, Sansão prendeu trezentas raposas, incendiou fachos em suas caldas e pôs fogo na plantação de trigo, vinhas e olivais dos filisteus (15.4-5)

9 - Sansão se permitiu ser entregue pelos habitantes de Judá aos filisteus porque confiava em sua força (15.13)

10 - Sansão mata 1.000 filisteus com uma queixada de jumento (15.15)

11 - Procurou prostituta em Gaza (16.1)

12 - Apaixonou-se por Dalila (16.4)

13 - Mentiu duas vezes pra ela sobre sua força (16.7, 11)

14 - Sansão contou a verdade para Dalila (16.17)

15 - Sansão foi derrotado pelos filisteus (16.21)

16 - Sansão destrói o tempo de Dagom (16.30)

17 - Sansão é sepultado pelos seus parentes (16.31)

1 - SANSÃO TINHA TUDO PARA DAR CERTO


a) Nasceu de forma miraculosa

b) Foi consagrado pelos pais como nazireu de Deus

O que era um nazireu?

Um homem ou mulher consagrado ou separado para Deus que não podia fazer três coisas: tocar algo imundo, tomar bebida forte e cortar o cabelo. O voto podia ser para uma vida toda ou para um período específico.

c) Foi aceito pelo Senhor

d) O Espírito do Senhor se apoderava dele

e) Fez coisas extraordinárias


2 - O QUE ACONTECEU PARA DAR TUDO ERRADO


a) Quebrou o voto de nazireu: quando pegou mel da carcaça do leão e cortou o cabelo

b) Perdeu a noção de onde realmente vinha o poder: "O Espírito do Senhor"

c) Não viveu à altura do significado de seu voto

d) Viva sempre em conflito entre a vontade de Deus e suas paixões

-Sansão não pode ser culpado por ter sido estúpido, mas sim por ser dominado pela paixão sensual. Ela sim o levou a perder tudo, pouco a pouco.

-Sansão tinha uma paixão cega e destrutiva.

e) Não vivia contente com o que tinha em seu próprio povo

-mulheres ou coisas dos filisteus

-mito da grama mais verde

-mito da grana mais firme

f) Destruiu a sua vida deixando que os seus olhos determinassem sua conduta

g) Foi imaturo e inconseqüente nas suas relações afetivas

h) Gostava de brincar com o inimigo

-mulheres filistéias, prostituta filistéia, etc.

-Sua prepotência o impediu de perceber o perigo que corria.

i) Foi resistente aos conselhos dos pais

j) Viveu 20 anos debaixo de tensão porque se envolveu em arrogância, sensualidade e secularismo.

k) Foi abandonado por Deus e nem percebeu

-Teve os olhos vazados - CEGUEIRA

-Trabalhou como escravo num moinho de trigo - ANDOU EM CÍRCULOS

-Virou motivo de piadas - PERDEU A AUTORIDADE

-Teve que contar com um último ato de misericórdia de Deus


3 - APLICAÇÕES PARA NÓS

a) Devemos investir mais na edificação de um caráter espiritual contra um mundo de aparência.

b) Devemos investir mais na pureza da mente contra uma vida de malícia e sensualidade.

c) Evitemos a tirania do coração.

d) Resolvamos o conflito entre a vontade de Deus e as nossa paixões

e) Tomemos consciência que o chamado de Deus não nos torna pessoas infalíveis ou livres do pecado.

f) Não sacrifiquemos a fé pela satisfação de nossas paixões.

g) Apesar de Deus ter cumprido os seus propósitos de libertar o povo dos filisteus, não significa que Sansão seja inocente. Ele pagou pelos seus erros.

h) Quando fazemos de nossa vida o que bem entendemos, só deixamos nossos restos para a família.

i) Quando não cumprimos os propósitos de Deus em nossas vidas acabamos andando em círculos e às cegas.


                                                                                 Pr. Jonas Celestino Ribeiro

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Como vencer as tentações?

1 – Tendo compromisso com Deus :
“E aconteceu que, falando ela cada dia a José, e não lhe dando ele ouvidos, para deitar-se com ela, e estar com ela, Sucedeu num certo dia que ele veio à casa para fazer seu serviço; e nenhum dos da casa estava ali; E ela lhe pegou pela sua roupa, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora.” (Gn 39.10-12).


Neste trecho das Escrituras vemos o compromisso de um jovem com Deus, seu nome era José, Filho de Jacó. Ao ser tentado a deitar-se com a mulher de seu senhor ele fugiu, isso porque tinha compromisso, não com seus desejos íntimos e carnais, mas com o seu Deus que é santo e quer que sejamos santos como ele é (1 Pe 1.15,16).Que nós venhamos a fugir do pecado quando ele bater a nossa porta com seus apelos, muitas vezes irresistíveis. Não nos esqueçamos que com a tentação virá também o escape (1 Co 10.13)! Outros versículos que nos ensinam a fugir do pecado são estes: 1 Co 6.18; 10.14; 1 Tm 6.11.

2 – Resistindo o Diabo:

“Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tg 4.7).
Se por um lado, como já disse, somos tentados por nossa próprias paixões, outro agente é Satanás, porém, se a Bíblia nos adverte a fugirmos do pecado, por outro lado, ela nos manda resistirmos ao Diabo! Para isso precisaremos conhecer a Palavra de Deus que nos ajudará a resití-lo (Mt 4.4,7,10), nestes versículos vemos que Jesus, no deserto, venceu a tentação dizendo: “Está escrito!”.

3 – Vigiando e orando:

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” (Mt 26.41).
Não há outro meio de vencê-lo, se no s falta forças, oremos, cantemos ao Senhor, façamos a sua obra e meditemos na sua Palavra, pois fazendo assim estaremos ocupando a nossa vida com aquilo que edifica (Gl 3.2; Fp 4.8), muitas vezes caímos no engodo de Satanás porque ocupamos a nossa mente com aquilo que não edifica, porém, é orando e vigiando que estaremos alerta para não cairmos nas ciladas preparadas para nós.

4 – Andando no Espírito:

“Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.” (Gl 5.16).
O Espírito Santo de Deus tem um papel importantíssimo no nosso viver diário. Ele habita em nosso corpo, o que nos faz entender que ele não se importa somente com o nosso coração, no sentido bíblico da palavra, mas com a totalidade do nosso ser, espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23). O Espírito Santo nos transmite a sua santidade no sentido prático, essa santificação ocorre em nós paulatinamente e nos leva dia-a-diaem direção à santidade de Cristo que um dia nós alcançaremos (1 Ts 3.2), por isso andemos na direção do Espírito e ele nos capacitará a vencermos as tentações!

Conclusão:

Quero finalizar com um trecho muito edificante das escrituras: “Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos” (2 Pe 2.9). Jesus nos promete livrar-nos do dia da tentação que há de vir para tentar os que habitam na terra (Ap 3.10), portanto, se está difícil resistir a tudo isso, tenhamos esperança em Deus que um dianos levará para estarmos para sempre com Ele e este corpo corruptível já terá sido mudado num corpo incorruptível de glória no céu onde as aflições terão seu fim, se sofremos por Cristo ele nos recompensará (1 Pe 4.12-19)!
Autor: Clébio Lima de Freitas

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Congregação Betesda visita Igreja AD em Jardim de Piranhas


A Assembléia de Deus em Caicó (Congregação Betesda) sediada no bairro Castelo Branco, visitou a Assembléia de Deus na cidade de Jardim de Piranhas dentro das programações de uma campanha de oração. O Preletor da noite Dc Izanael Batista (1º Dirigente da Congregação Betesda) trouxe uma mensagem evangelistica baseada no texto Atos 16: 16-40 com ênfase no sofrimento cristão em prol da libertação e salvação de vidas e sua consequente vitória. Pr Ewerton (AD J. Piranhas) agradeceu ao final a nossa visita prometendo em breve retribuí-la. No final o Ir Daniel (2º Dirigente da Congregação Betesda) foi convidado a fazer a oração final agradecendo a Deus pelas bençãos proporcionadas à Igreja. Em clima de   descontração, foi-nos servido um jantar carinhosamente preparado e logo em seguida retornamos a Caicó louvando e glorificando o nome do Senhor e levando conosco duas vidas que se renderam aos pés do Senhor.

Ao todo foram 3 decisões cumprindo assim o "Ide De Jesus" levando o jenuíno evangelho da salvação e trazendo conosco os nossos "molhos". Que Deus continue abençoando a sua Igreja.





















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